Mamíferos em extinção no Rio Grande do Sul
   
 
   
 

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 14/05/2006 a 20/05/2006

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      RELAÇÃO DE ALGUNS MAMÍFEROS E A SITUAÇÃO ATUAL

Escrito por Leopardus às 21h30
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Nome Científico: Caluramys lanatus

Nome Comum: cuíca-lanosa, gambazinho

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Chironectes minimus

Nome Comum: cuíca-d’água

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Mymecophaga tridactyla linnaeus

Nome Comum: tamanduá-bandeira

Situação: criticamente em perigo


 

Nome Científico: Tamandua tetradactyla

Nome Comum: tamanduá-mirim

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Myotis ruber

Nome Comum: morcego-borboleta-avermelhado

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Alouatta caraya

Nome Comum: bugio-preto

Situação: vulnerável


 

 

Nome Científico: Alouatta guariba clamitans

Nome Comum: bugio-ruivo

Situação: vulnerável

Escrito por Leopardus às 15h59
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Nome Científico: Chrysocyon bradhyurus

Nome Comum: lobo-guará

Situação: criticamente em perigo


 

Nome Científico: Herpailunus yaguarondi

Nome Comum: gato-mourisco

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Leopardus pardalis

Nome Comum: jaguatirica

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Leopardus tigrinus

Nome Comum: gato-do-mato-pequeno

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Leopardus wiedii

Nome Comum:  gato-maracajá

Situação: vulnerável




Escrito por Leopardus às 15h56
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Nome Científico: Oncifelis colocolo

Nome Comum: gato-palheiro

Situação: em perigo


 

Nome Científico: Oncifelis geoffroyi

Nome Comum: gato-do-mato-grande

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Panthera onca

Nome Comum: onça-pintada

Situação: criticamente em perigo


 

Nome Científico: Puma concolor

Nome Comum: puma, onça-parda, leão-baio

Situação: em perigo


 

Nome Científico: Eira barbara

Nome Comum: irara

Situação: vulnerável

Escrito por Leopardus às 15h51
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Nome Científico: Lontra longicaudis

Nome Comum: lontra

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Pteronura brasiliensis

Nome Comum: ariranha

Situação: provavelmente extinta


 

 

Nome Científico: Nasua nasua

Nome Comum: quati

Situação: vulnerável


 

 

Nome Científico: Eubalena australis

Nome Comum: Baleia-franca-do-sul

Situação: vulnerável


 

Nome Científico: Pontoporia blainvillei

Nome Comum: Toninha

Situação: vulnerável




Escrito por Leopardus às 15h49
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Nome Científico: Tapirus terrestris

Nome Comum: Anta

Situação: criticamente em perigo

 

Nome Científico: Pecari tajacu

Nome Comum: Cateto

Situação: em perigo

 

 

Nome Científico: Tayassu pecari

Nome Comum: Queixada

Situação: criticamente em perigo

 

 

Nome Científico: Blastocerus dichotamus

Nome Comum: Cervo-do-pantanal

Situação: criticamente em perigo

 

 

Nome Científico: Mazama americana

Nome Comum: Veado mateiro

Situação: em perigo

Escrito por Leopardus às 15h46
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Nome Científico: Mazama gouazoupira

Nome Comum: Veado catingueiro

Situação: vulnerável

 

 

 

 

Nome Científico: Ozotoceros bezoarticus

Nome Comum: Veado-campeiro

Situação: criticamente em perigo

 

Nome Científico: Agouti paca

Nome Comum: Paca

Situação: em perigo

 

Nome Científico: Dasyprocta azarae

Nome Comum: Cutia

Situação: vulnerável



Escrito por Leopardus às 11h30
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INTERATIVIDADE

 Quantos dos mamíferos listados vocês já conheciam ?

 Foi surpresa saber que alguns destes animais estão ameaçados de extinção ?



Escrito por Leopardus às 11h23
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... NOTÍCIAS ...

Mamíferos

Até o momento, nenhum mamífero foi declarado como totalmente extinto no Estado, mas existem fortes indícios do desaparecimento da ariranha, que está sendo classificada na lista como "provavelmente extinta".

"Há mais de cem anos não há registro da presença da ariranha no Estado", informa a zoóloga Cibele Indrusiak, da Fundação Zoobotânica. Ela explica que a espécie só não entrou na categoria "regionalmente extinto" porque não foi feita uma pesquisa exaustiva que embasasse uma afirmação categórica.

Outras oito espécies de mamíferos ainda resistem, mas se encontram em estado crítico, com perspectivas de desaparecimento a curto prazo, segundo a lista: o cervo-do-pantanal, o lobo-guará, o veado-bororó-do-sul, o tamanduá-bandeira, o veado-campeiro, a onça-pintada, a anta e o queixada. "A destruição de hábitats e a caça ilegal são algumas das causas dessa situação", afirma a pesquisadora.

Na opinião do zoólogo Glayson Bencke, de todas as espécies criticamente em perigo, algumas certamente serão perdidas, a menos que se façam grandes e urgentes investimentos. Com relação ao cervo-do-pantanal, ele afirma que restam apenas cerca de meia dúzia de exemplares, todos na Bacia do Rio Gravataí. Já a onça-pintada conserva apenas três ou quatro exemplares no Parque do Turvo, no noroeste gaúcho.

"Está na hora da sociedade gaúcha tomar uma decisão: queremos ter ainda esses animais no Estado? Então temos de tomar medidas urgentes", alerta o pesquisador, que se confessa chocado com o rápido desaparecimento de espécies.

Detalhes da pesquisa

Os animais ameaçados ou extintos estão divididos em nove grupos: esponjas, moluscos, crustáceos, insetos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Dentro de cada grupo, as espécies estão divididas em cinco categorias: regionalmente extinta, provavelmente extinta, criticamente em perigo, em perigo e vulnerável.

Pelos critérios utilizados, uma espécie é considerada "regionalmente extinta" quando não há qualquer dúvida razoável de que seu último representante no Estado tenha morrido ou desaparecido. Já a categoria "provavelmente extinta" é utilizada quando, após exaustivos levantamentos em hábitats conhecidos e potenciais, nenhum indivíduo vivo é encontrado.

Listas buscam diminuir ritmo de extinções

Segundo estudos citados na publicação a ser lançada dia 14, estima-se que durante o século XX a taxa de extinção de espécies tenha sido 100 vezes maior do que a que existia antes do aparecimento do homem.

Na tentativa de diminuir esse ritmo de extinções, desde 1966, várias iniciativas internacionais passaram a identificar as espécies em maior risco de desaparecimento, elaborando as chamadas "listas vermelhas", com o objetivo de estabelecer prioridades para ações de pesquisa e conservação.

Escrito por Leopardus às 14h27
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Livro Vermelho da Fauna Ameaçada

 Dados Técnicos:

Assunto:

  O Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul

 

O que é ?

 Uma publicação que disponibiliza informações gerais sobre a fauna de nosso Estado que necessita de atenção mais imediata. É um instrumento de trabalho fundamental para que as políticas de conservação possam ser tomadas e implementadas

Por quem ?

 O livro foi editado pelos zoólogos e pesquisadores Carla Fontana e Roberto Reis, do Museu de Ciências e Tecnologia PUCRS, e Glayson Ariel Bencke, do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Estado.

Desenvolvimento

 O projeto Livro Vermelho foi desenvolvido ao longo de quatro anos por 43 pesquisadores de 18 instituições e mais de cem colaboradores. Houve intensa reunião de textos sobre as espécies na literatura, pesquisas em coleções de museus e trabalho de campo.

Detalhes

 A obra apresenta a situação de 261 invertebrados, mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes ameaçados. São 632 páginas com ilustrações, informações de distribuição geográfica, situação populacional, biologia, principais ameaças e ações para a conservação das espécies.

O que são as Listas Vermelhas

     As chamadas Listas Vermelhas contêm as espécies ameaçadas de extinção em um determinado local. Elas são instrumento de ação legal da população. Essas listas são complementadas por dados de ecologia, distribuição e indicação das principais ações e estratégias regionais necessárias para a conservação das espécies ameaçadas.

Escrito por Leopardus às 10h45
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     Saiba mais sobre os Organizadores  

  - Carla Suertegaray Fontana é zoóloga e pesquisadora do Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS. Tem realizado pesquisas principalmente com aves e conservação de hábitats abertos (campos e banhados) e urbanos. Dedica-se à coleção científica de Ornitologia e à formação de novos ornitólogos gaúchos.

  - Glayson Ariel Bencke é zoólogo e pesquisador do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Tem experiência com aves, especialmente da Mata Atlântica e outros sistemas florestais do Rio Grande do Sul. Seu trabalho volta-se principalmente à conservação de espécies de aves e ambientes ameaçados em nível estadual e nacional.

          - Roberto Esser dos Reis é zoólogo e professor da Faculdade de Biociências da PUCRS. Tem experiência em sistemática de peixes neotropicais, tendo orientado diversos alunos nessa área. Exerce pesquisas na área de ictiologia (parte da zoologia que trata dos peixes).

Escrito por Leopardus às 10h28
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 VOCÊ JÁ CONHECIA O LIVRO VERMELHO ?

GOSTARÍAMOS QUE VOCÊ, NOSSO VISITANTE, DEIXASSE SUA OPINIÃO, CRÍTICA OU SUGESTÃO SOBRE ESTE ASSUNTO COLABORANDO DESTA MANEIRA PARA O ENRIQUECIMENTO DO NOSSO BLOG.

 PARTICIPE, DEIXE O SEU RECADO.

                  




Escrito por Leopardus às 10h24
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